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Adereço levado por apoiadores fazia referência ao segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chamou a atenção ao levantar um caixão simbólico com referências ao Partido dos Trabalhadores (PT) durante um ato de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite da segunda-feira (19), em Manaus, no Amazonas.
A manifestação ocorreu durante o evento conhecido como “Bloco do 22”, realizado na região da Ponta Negra. Na ocasião, apoiadores entregaram o objeto ao parlamentar, que o ergueu diante do público e classificou a cena como “profética”, em alusão à possibilidade de derrota eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Produzido em isopor e pintado de vermelho, o adereço apresentava a estrela branca e a sigla do PT. Também estavam estampadas duas datas: 1980, ano de fundação da legenda, e 25 de outubro de 2026, data do segundo turno da eleição presidencial.
A encenação foi utilizada como provocação política contra o partido adversário e repercutiu nas redes sociais.
Além de Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro, a mobilização contou com a participação da candidata do PL ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo, e de outras lideranças políticas.
Os participantes percorreram a região da Ponta Negra em um trio elétrico. Durante o evento, apoiadores também entoaram palavras de ordem contra o PT e cantaram músicas críticas à legenda.
A manifestação faz parte da agenda de campanha de Flávio Bolsonaro e de Maria do Carmo na reta final da disputa eleitoral.

O desembargador Marcos Antônio Souto Maior, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), morreu aos 80 anos. A notícia representa uma perda para o Judiciário paraibano, onde o magistrado construiu sua trajetória profissional.
Marcos Souto Maior presidiu o Tribunal de Justiça da Paraíba entre fevereiro de 2001 e fevereiro de 2003. Durante esse período, chegou a assumir interinamente o Governo do Estado em cinco ocasiões, todas em 2002, durante a gestão de Roberto Paulino.
O magistrado também teve atuação no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), onde exerceu a vice-presidência, e na Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB).
A morte foi anunciada por familiares nas redes sociais na noite da segunda-feira (19). Marcos Antônio Souto Maior deixa esposa e filhos.
O velório está previsto para começar às 8h desta terça-feira (20), no Cemitério Parque das Acácias, em João Pessoa. O sepultamento está marcado para as 16h, no mesmo local.
A causa da morte não foi divulgada.

Publicação do cantor paraibano foi retirada do Instagram, e a justificativa apresentada pela plataforma gerou questionamentos nas redes sociais.
A Meta, empresa responsável pelo Instagram e pelo Facebook, retirou do ar um vídeo publicado pelo cantor paraibano Flávio José com uma manifestação interpretada como apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O episódio ganhou repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira (19).
A remoção foi denunciada pela cantora Lara Amélia, filha do artista, que compartilhou uma captura de tela mostrando a notificação enviada pela plataforma. Na mensagem, o Instagram informou que o conteúdo havia sido excluído por suposta violação das regras de utilização da rede social.
Entretanto, a justificativa apresentada não esclareceu especificamente qual trecho ou elemento da publicação teria infringido as normas da empresa.
O conteúdo utilizava uma música conhecida na voz de Flávio José e trazia imagens relacionadas ao presidente Lula. A publicação foi interpretada por internautas como uma demonstração de preferência política do artista, conhecido por manter uma postura discreta em relação às eleições.
A retirada do vídeo provocou questionamentos sobre os critérios adotados pelas plataformas digitais para moderar conteúdos políticos durante o período eleitoral.
Até o momento, as informações divulgadas não permitem afirmar que a publicação tenha sido removida exclusivamente por manifestar apoio a Lula.
O caso ocorre a poucos dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25), e amplia o debate sobre a transparência das redes sociais na aplicação de suas regras durante a campanha.
Papo Informativo — Informação com responsabilidade.

Mandado de busca e apreensão foi cumprido durante operação policial; investigação apura armazenamento de conteúdo envolvendo crianças e adolescentes.
A Polícia Federal realizou uma operação na Paraíba para investigar um suspeito de armazenar imagens e vídeos relacionados ao abuso sexual de crianças e adolescentes. A ação faz parte do trabalho de combate a crimes dessa natureza praticados no ambiente digital.
De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, as investigações buscam reunir provas sobre a possível prática criminosa. O cumprimento de mandados de busca e apreensão permite que os agentes recolham equipamentos e materiais que possam contribuir para o esclarecimento do caso.
O investigado poderá responder criminalmente caso sejam confirmadas as suspeitas. Até o momento, é importante ressaltar que a investigação não representa, por si só, uma condenação.
A Polícia Federal também destaca a importância da prevenção e da proteção de crianças e adolescentes na internet. Entre as recomendações estão o acompanhamento do uso de dispositivos eletrônicos por menores de idade, o diálogo sobre segurança digital e a comunicação às autoridades de situações suspeitas.
As investigações desse tipo são fundamentais para identificar possíveis responsáveis e combater a circulação de conteúdos que violem os direitos de crianças e adolescentes.
Papo Informativo — Informação com responsabilidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que pretende autorizar o acesso aos seus dados bancários e telefônicos, incluindo os de seus cinco filhos, e desafiou o senador Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário no segundo turno das eleições presidenciais, a fazer o mesmo.
A declaração foi feita nesta segunda-feira (19), durante um ato de campanha em Porto Alegre (RS), um dia após o confronto entre os dois candidatos no debate promovido pela Band.
Lula afirmou que pretende encaminhar os documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e defendeu que as informações sejam analisadas pelas autoridades competentes. Segundo o presidente, a iniciativa busca responder às acusações feitas durante a campanha e preservar sua reputação e a de seus familiares.
No encontro de domingo (18), os candidatos trocaram acusações relacionadas a suspeitas de irregularidades e ao patrimônio de seus familiares. Flávio Bolsonaro questionou Lula sobre investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Em resposta, o presidente levantou questionamentos sobre o patrimônio do senador e mencionou negociações relacionadas ao financiamento do filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na ocasião, Lula propôs que ambos autorizassem o acesso aos respectivos sigilos, incluindo informações de familiares. Flávio declarou que não tinha nada a esconder, mas não confirmou se aceitaria a proposta nos termos apresentados pelo adversário.
Segundo Lula, a autorização deverá abranger seus próprios dados e os de seus cinco filhos. O presidente também espera que Flávio Bolsonaro estenda eventual medida semelhante a seus familiares e empresas.
A iniciativa ocorre na última semana da campanha para o segundo turno, marcado para 25 de outubro, período em que as acusações e os questionamentos sobre a vida pública e patrimonial dos candidatos ganharam destaque no debate eleitoral.
A eventual abertura de sigilo depende dos instrumentos legais aplicáveis e não representa, por si só, comprovação de irregularidades. Da mesma forma, acusações feitas durante a campanha precisam ser avaliadas com base em provas e nos procedimentos das autoridades competentes.
Papo Informativo — Informação com responsabilidade e compromisso com os fatos.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, manifestou-se após a discussão entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial promovido pela Band, no domingo (18).
O embate ocorreu quando Lula questionou Flávio sobre sua atuação como advogado na defesa de um policial acusado de matar uma menina de cinco anos. O assunto passou a integrar o confronto entre os dois políticos e motivou o posicionamento do dirigente da OAB em defesa das prerrogativas da advocacia.
Simonetti chamou a atenção para a importância de preservar o direito de defesa e evitar que o exercício da profissão seja tratado como uma forma de cumplicidade com os atos atribuídos a um cliente.
O direito à defesa é uma garantia fundamental prevista na Constituição Federal. Na prática, isso significa que qualquer pessoa acusada de cometer um crime tem o direito de receber assistência jurídica, independentemente da gravidade da acusação ou da repercussão pública do caso.
A atuação de um advogado não representa, necessariamente, concordância com as condutas atribuídas ao cliente. Sua função é assegurar que os procedimentos legais sejam respeitados e que a defesa possa apresentar os argumentos previstos no ordenamento jurídico.
O habeas corpus, por sua vez, é um instrumento jurídico utilizado para proteger a liberdade de locomoção diante de ilegalidade ou abuso de poder. A apresentação desse tipo de pedido não significa, por si só, apoio ao crime investigado.
A manifestação da OAB recoloca em debate os limites entre a disputa política e o respeito às garantias constitucionais que asseguram o funcionamento da Justiça.
#papoinformativo #política #oab #lula #flaviobolsonaro

O portal G1 corrigiu, nesta segunda-feira (19), uma reportagem sobre as declarações de Daniella Marques, integrante da equipe econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), a respeito das regras do Bolsa Família. A versão inicial do texto apresentava de forma incorreta o funcionamento da proposta de transição para os beneficiários do programa.
A reportagem original afirmava que, em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, os beneficiários seriam retirados do programa após 24 meses, mesmo que não tivessem conseguido emprego. Após a revisão, o portal esclareceu que a proposta prevê um período de transição para quem conseguir trabalho formal ou decidir abrir o próprio negócio.
Em entrevista à rádio CBN Bahia, Daniella Marques defendeu um modelo que permita aos beneficiários buscar oportunidades de emprego e empreendedorismo sem perder imediatamente a proteção financeira.
A ideia apresentada prevê um período de dois anos durante o qual as famílias continuariam recebendo o benefício, com possibilidade de retorno automático ao programa caso a tentativa de inserção no mercado de trabalho ou de abertura de um negócio não dê certo.
Atualmente, a regra de proteção do Bolsa Família permite que famílias que ultrapassem o limite de renda estabelecido permaneçam temporariamente no programa, recebendo 50% do benefício, conforme os critérios vigentes. Para os casos abrangidos pela regra atual, o período pode chegar a 18 meses.
A proposta defendida pela equipe de Flávio Bolsonaro busca ampliar esse prazo para dois anos.
O tema ganhou repercussão na reta final da campanha presidencial, colocando as políticas de assistência social no centro da discussão entre os grupos políticos.
Daniella Marques também mencionou a oferta de crédito, capacitação profissional e apoio ao empreendedorismo como instrumentos para facilitar a entrada dos beneficiários no mercado de trabalho.
A correção feita pelo G1 esclarece a diferença entre o desligamento automático após dois anos e a proposta de um período de transição associado à busca por autonomia financeira.
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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), vinculado ao Ministério Público da Paraíba (MPPB), divulgou nesta segunda-feira (19) uma nota para contestar declarações do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) sobre a Operação Calvário. O órgão defendeu a condução das investigações e afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável ao político não encerrou os demais processos relacionados ao caso.
A manifestação ocorreu após entrevista concedida por Ricardo Coutinho ao programa Correio Debate, do Sistema Correio, no dia 15 de outubro. No posicionamento, o Gaeco ressaltou que a atuação do Ministério Público deve ser pautada pela independência, pelo rigor técnico e pelo respeito aos direitos fundamentais.
De acordo com a nota, as apurações da Operação Calvário reuniram diferentes tipos de elementos, incluindo gravações, documentos, registros financeiros, mensagens, contratos, relatórios de órgãos de fiscalização e exames periciais.
Segundo o Ministério Público, esse material resultou no oferecimento de denúncias contra Ricardo Coutinho em 15 casos. O órgão também contestou a interpretação de que as acusações teriam sido construídas exclusivamente com base nos depoimentos de colaboradores premiados.
O Gaeco destacou ainda que o episódio conhecido como “caixa de bebida” já era alvo de investigação antes da formalização dos acordos de colaboração premiada. Conforme a nota, naquele momento já haviam sido utilizados recursos como interceptações telefônicas, imagens de hotel e registros de hospedagem.
Outro ponto central da manifestação diz respeito à decisão do Supremo Tribunal Federal, de janeiro de 2026, que determinou o trancamento da acusação de organização criminosa especificamente em relação a Ricardo Coutinho.
Na ocasião, o entendimento foi de que não havia corroboração autônoma suficiente para sustentar aquela imputação. O Gaeco, porém, argumentou que a decisão não anulou integralmente as provas reunidas na Operação Calvário nem determinou o encerramento de todos os processos relacionados à investigação.
A nota também informa que o Ministério Público Federal apresentou recurso contra a decisão e que o julgamento permanecia pendente, conforme a manifestação divulgada pelo órgão.
Em setembro deste ano, segundo o Gaeco, pedidos de outros investigados para obter o mesmo benefício foram rejeitados pelo relator, sob o entendimento de que os casos não apresentavam identidade suficiente para receber a mesma solução judicial.
Ao final do posicionamento, o Gaeco afirmou que continuará atuando no combate à corrupção e ao crime organizado, sustentando que suas investigações devem observar as garantias legais e permanecer sujeitas ao controle do Poder Judiciário.
As acusações mencionadas na nota correspondem a imputações apresentadas pelo Ministério Público e devem ser distinguidas de eventuais condenações definitivas. A decisão do STF citada pelo órgão também possui alcance específico, limitado à acusação analisada em relação a Ricardo Coutinho.
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O cantor paraibano Flávio José chamou a atenção nas redes sociais após compartilhar publicações relacionadas à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As manifestações ocorreram no domingo (18), durante a semana decisiva da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, previsto para 25 de outubro.
Reconhecido nacionalmente por sua trajetória no forró, o artista é natural de Monteiro, no Cariri da Paraíba, e mantém uma carreira consolidada na música nordestina.
Entre os materiais divulgados pelo sanfoneiro estão vídeos que associam uma de suas canções a imagens de Lula e à bandeira brasileira. Também foram compartilhadas publicações que fazem referência aos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.
As postagens foram interpretadas como uma manifestação de simpatia à candidatura do atual presidente, embora o compartilhamento de conteúdos, por si só, não represente uma declaração explícita de voto.
A movimentação nas redes sociais também ocorre após manifestações de Lara Amélia, filha do artista, que já havia divulgado conteúdos favoráveis à continuidade do governo petista.
Na reta final da disputa pelo Palácio do Planalto, manifestações de artistas e outras figuras conhecidas ganham espaço nas redes sociais, ampliando o debate público em torno dos candidatos Lula e Flávio Bolsonaro (PL).
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Levantamentos divulgados nesta segunda-feira (19) apontam vantagem numérica do candidato do PL, mas pesquisa BTG/Nexus mostra diferença inferior a um ponto percentual nos votos válidos.
A corrida presidencial de 2026 ganhou novos capítulos nesta segunda-feira (19), com a divulgação de pesquisas eleitorais que medem a intenção de voto para o segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Os levantamentos mostram um cenário competitivo, com diferenças importantes entre os resultados dos institutos.
As novas sondagens foram realizadas após o debate presidencial da Band, exibido na noite do domingo (18), e a seis dias da votação decisiva, marcada para 25 de outubro.
Os levantamentos de AtlasIntel/Bloomberg, PoderData/Aya e BTG Pactual/Nexus apresentam Flávio Bolsonaro numericamente à frente na simulação de votos válidos, embora a distância entre os candidatos varie de acordo com o instituto.
A pesquisa BTG/Nexus apresenta o cenário mais equilibrado entre os três levantamentos divulgados hoje.
Votos válidos:
Na pesquisa anterior do instituto, divulgada em 13 de outubro, Flávio tinha 51,6%, enquanto Lula registrava 48,4%. A nova rodada indica redução da diferença numérica entre os dois candidatos.
Considerando todos os entrevistados, incluindo brancos, nulos e indecisos, Flávio aparece com 46,5%, contra 45,9% de Lula.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta segunda-feira indica vantagem maior para o candidato do PL na comparação dos votos válidos.
Votos válidos:
Na rodada anterior, publicada na sexta-feira (16), os dois candidatos apareciam empatados, com 50% cada um nos votos válidos.
No cenário de votos totais, Flávio registra 49%, enquanto Lula soma 46%. Brancos e nulos representam 4%, e 2% dos entrevistados não souberam responder.
O instituto entrevistou 3.000 eleitores por telefone entre 16 e 18 de outubro, em 695 municípios brasileiros. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
O levantamento AtlasIntel/Bloomberg também divulgado nesta segunda-feira aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula na simulação de segundo turno.
Votos válidos:
A diferença entre os candidatos é de 2,2 pontos percentuais. Na pesquisa anterior, divulgada em 9 de outubro, a vantagem de Flávio era maior.
O levantamento ouviu 4.998 eleitores pela internet entre 13 e 18 de outubro. A margem de erro informada é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Além dos levantamentos desta segunda-feira, outras pesquisas publicadas desde sexta-feira ajudam a acompanhar as mudanças no cenário eleitoral.
Sexta-feira (16) — CNT/MDA: Flávio Bolsonaro apareceu com 50,5% dos votos válidos, contra 49,5% de Lula. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Sexta-feira (16) — PoderData/Aya: o levantamento indicava empate nos votos válidos, com 50% para cada candidato.
Sábado (17) — Ipespe/Abrapel: Flávio registrou 51,2% dos votos válidos, enquanto Lula teve 48,8%. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais.
Os resultados mostram que a diferença numérica entre os candidatos varia conforme a metodologia, o período de coleta e a amostra de cada instituto.
É importante diferenciar liderança numérica de vantagem estatisticamente consolidada. Quando a diferença entre os candidatos está dentro da margem de erro, o resultado é considerado empate técnico.
Na pesquisa BTG/Nexus, por exemplo, a diferença de 0,6 ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos. No levantamento CNT/MDA, a diferença de um ponto também está dentro da margem de erro de 2,2 pontos.
Já o PoderData/Aya aponta quatro pontos de vantagem para Flávio nos votos válidos, diferença superior à margem de erro informada de 1,8 ponto. O AtlasIntel/Bloomberg apresenta diferença de 2,2 pontos, superior à margem de um ponto indicada pelo instituto.
Esses dados não garantem o resultado das urnas. Pesquisas eleitorais retratam as intenções de voto no período em que as entrevistas são realizadas e estão sujeitas às limitações estatísticas de cada levantamento.
Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência da República no segundo turno, marcado para 25 de outubro. Com a campanha entrando em sua reta final, os resultados dos próximos levantamentos poderão ajudar a identificar se o cenário permanece estável ou se haverá novas mudanças nas intenções de voto.
O Papo Informativo continuará acompanhando as pesquisas eleitorais e as movimentações dos candidatos até o dia da votação.
Papo Informativo — informação com responsabilidade.
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